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domingo, 1 de janeiro de 2023

Meu Querido 2023

 Bom Dia, Caro 2023!

Chegaste abençoado ao Norte de Portugal, com lágrimas de chuva e alma de vento. Tempestuoso, ameaçador, turbulento mas com essência de mudança, é assim que te entendo. Até porque antes da mudança vem a instabilidade. É assim que te recebo, de braços bem abertos, e te envolvo calorosamente num abraço infinito. Bem-vindo, FANTÁSTICO ANO NOVO!

Sabemos bem, 2023, que se a mudança não começar dentro de cada um de nós, não vais ser diferente. Se não olharmos para dentro e se não elevarmos a nossa Consciência vais ser igual aos anos que já passaram. Cada um tem dentro de si as ferramentas necessárias a tornar-se melhor ser humano de dia para dia... E são 365 novas oportunidades para ser feliz, que maravilha! Que cada dia que amanheça neste ano bonito signifique uma nova oportunidade para nos reinventamos.

 Nunca é tarde para fazer seja o que for. E, cada vez que se inicia um novo ano, renovam-se esperanças, formulam-se desejos e fazem-se novas resoluções. Muitas delas renovam-se porque não se completaram em anos anteriores. Mas este ano é que é! Portanto toca a alterar o mindset, toca a reprogramar a mente e a agir em conformidade com os nossos desejos. De nada nos vale formular desejos e sonhar alto se a perguiça e a inércia encherem os nossos dias.

 Criar novos hábitos e novas rotinas leva tempo e é um processo muita vezes doloroso, que requer consistência e coerência. Sem firmeza nada se faz, sem foco e sem vontade os nossos novos hábitos são protelados para "segundo plano". Portanto, se queres que aconteça, FAZ ACONTECER. És tu quem guia o volante da tua vida.

Deixemo-nos de desculpas e avancemos rumo ao que nos faz feliz!


domingo, 3 de fevereiro de 2019

Quando a vida nos dá uma oportunidade para mudar...


Já não escrevo neste blogue há cerca de um mês. Por falta de tempo, de organização, de inspiração ou de disponibilidade mental, não tem havido um motivo suficientemente forte que me traga a este espaço de reflexão. A verdade é que janeiro foi, para mim um mês de mudança. Este ano não fugi à máxima de "Ano Novo, Vida Nova".

Novos recomeços traçaram-se na minha história de vida. E, por isso, pouco tempo me tem sobrado para me debruçar sobre essas mudanças. É tudo novo, a cidade, o trabalho, o estilo de vida, o tempo e até mesmo a paciência! Mudar é bom e é preciso saber aproveitar quando a vida nos dá uma oportunidade para recomeçar. 

Decidi recomeçar assim que voltei de Moçambique, em maio passado. Depois de muitos meses de turbulência profissional e instabilidade pessoal, de muitas quedas e de muitos "nãos" a fecharam-me a porta, lá aparece no meu caminho a oportunidade de iniciar um estágio profissional numa empresa em Lisboa. Fui, arrisquei, esperei e hoje não me arrependo. 

Tenho aprendido muito todos os dias! Saí do meu "habitat" natural e sinto que dei um passo muito positivo na minha (ainda curta) carreira profissional. Arrisquei numa área que não é a minha, embora com algumas "pontes de contacto" com o jornalismo e não me arrependo de ter começado algo novo, que pode vir a ser muito importante num futuro próximo, para a minha carreira profissional e para o meu percurso pessoal.

Mudar não é fácil; sair da zona de conforto também não. Mas li há uns tempos que "a zona de conforto é um óptimo sítio para se estar; é pena que não se aprenda lá nada". E não. A vida começa fora do nosso "habitat natural", quer se trate da mudança de casa, de trabalho, de emprego, de área profissional, de cidade, de país ou de vida!

Quando a vida nos dá uma oportunidade para mudar, não a devemos desperdiçar, à espera que surja uma oportunidade ainda melhor, pois essa pode nunca vir a surgir. Depois vem o arrependimento. O "E Se"? Ás vezes esperamos, desesperamos e voltamos a esperar sem que nada aconteça. E, logo de repente, assim do nada, surgem duas boas oportunidades! Plim! É preciso decidir. Abrir mão de uma para apostar noutra. Isso aconteceu-me este ano.

Sempre apostei em mim e sempre continuarei a fazê-lo. A dar mais à minha vida, à minha carreira profissional, à minha formação, aos meus estudos! Por vezes falta-me a confiança em mim, nas minhas capacidades no "eu consigo"! Às vezes o receio da mudança bate-me à porta, juro que sim! Mas é nessas alturas que tento ter mais fé e confiança em mim para trilhar um caminho desconhecido, por vezes assustador mas, no fim, muito recompensador.

Afinal, se eu não acreditar em mim, quem acreditará?

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

2019, um ano de mudança

O "ano velho" despede-se e o "ano novo" dá os primeiros ares da sua graça. Os votos de "bom ano" renovam-se e as promessas para 2019 renascem. Umas diferentes, outras iguais às de anos passados (aquelas que ficaram por cumprir). É tempo de introspecção e de projectar um Ano Novo que, como sempre, se afigura promissor. Todos os anos a mesma coisa, nada de novo. Mas este ano é que é.

Em 2018 regressei da minha aventura de mais-de-um-ano em Moçambique. Caí e levantei-me vezes sem conta. Chorei, ri, esbracejei, desesperei por tudo estar a correr ao contrário do anteriormente planeado por mim. Dei quedas maiores do que alguma vez pensara suportar. Sobrevivi e, sem dúvida, sei que agora estou mais forte, capaz de ultrapassar com "outra estaleca" as intempéries da vida. 

Normalmente, quando se perde demasiado tempo a planear, é quando as coisas dão para o torto. Precipitar os acontecimentos, forçar as circunstâncias e impedir que a vida siga o seu rumo natural dá sempre ou (quase) sempre asneira. E eu tive de aprender assim; a bater com força com a cabeça nas paredes. Há que saber aguardar, saber esperar. A vida sabe bem o que faz e não é por estarmos a desesperar que as coisas vão apressar-se no sentido que queremos.

Em 2019 espero aprender ainda mais. Ser mais paciente e agir com uma maior prudência. Tudo se comporá quando tiver de ser e não vale mesmo nada a pena estar a forçar as coisas a acontecerem. Calma e ponderação são as palavras-chave para este novo ano que agora se inicia. Quanto ao resto (que é só o resto), a vida encarregar-se-á do melhor para cada um de nós. Não falo em parar e cruzar os braços. Não falo em julgar sem conhecer. Falo em lutar com moderação. Em deixar as coisas "rolarem". Em permitir que a vida dê uma "mãozinha".

Se esperamos que o Ano Novo seja melhor que o Ano Velho que passou, 2019 espera que nós sejamos melhores!