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domingo, 18 de dezembro de 2022

Fotografias Que Perpetuam Momentos Felizes

 "3, 2, 1, SMILE!". Os movimentos paralisam, os sorrisos abrem-se e o flash dispara. O momento é aquele e fica gravado para a posterioridade para ser recordado um dia mais tarde. As fotografias servem para isso mesmo, perpetuar momentos felizes. Contudo, nem sempre estamos felizes quando somos "captados" pela fotografias e lá forçamos um "Sorriso Amarelo" para ficar bem e não parecer mal. 

 Mural nos Jardins do Palácio de Cristal
As fotografias captadas pela lente de uma câmara profissional ou por uma pequena lente de telemóvel são a prova de que, efetivamente, melhor ou pior, aquele momento aconteceu. Estas nem sempre espelham o que vai na alma de quem para elas sorri, pois por vezes esse tal sorriso pode ser forçado por via das circunstâncias. Não somos obrigados a estar sempre felizes, muito menos no momento em que dispara o flash. Contudo, queremos perpetuar momentos felizes que, não raras vezes, não passam de uma fachada. 

Podem ser selfies ou fotografias captadas por terceiros. O que interessa é que o momento fique registado, como se quisesse congela-lo. Felizes ou tristes esforçamo-nos para esboçar aquele sorriso que "fica bonito". Mais uma vez, nada mostra a fotografia o que vai no coração da pessoa que é fotografada por si mesmo ou por outro. 

Agora já não se "revelam" fotografias de rolo como há 20 anos se fazia. Agora guardam-se as imagens captadas na drive, na cloud, no cartão de memória, no computador ou no disco externo. E não é preciso "revelar-se" o rolo quando apenas se pretende meia duzia de fotos imprimidas, algumas delas com retoques de edição. As imperfeições vão-se e ficam apenas na memória gravados 'momentos perfeitos'. Como se alguma coisa fosse realmente PERFEITA. 

Consegui segurar a estrela ao fim de inúmeras tentativas...
Depois de imprimidas ou de guardadas numa pasta do PC, chega o momento de olhar para as fotos. Ver, entrar em contacto com o momento em que foram captadas. 'Ai esses "desfocados"'. 'Ai esse enquadramento'. 'Ai esses tremelicos''. A edição não faz milagres mas ajuda a aperfeiçoar. Por vezes uma escala de cinzentos quase que faz milagres e uma "saturação" mais carregada ajuda a "puxar" pelas cores que a câmara não captou. 

Depois de fechados os pormenores técnicos, é hora de recordar o momento, olhando para essas fotos de sorrisos. Aquelas que surgem com vários enquadramentos e poses, até acertar nos perfeitos: enquadramento e pose finais. Mas isso não interessa. Valeu, foi divertido. Recorda-se o momento esquecendo as inúmeras tentativas frustradas de captação. O que interessa é relembrar momentos felizes, já que é somente isso que levamos desta vida. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Ter Razão ou Estar em Paz?

Eu escolho estar em Paz. Assim começo e assim terminarei este post. Estar em Paz para mim é muito mais importante do que ter Razão. E porquê? Porque a paz é insubstítível e ter razão é subjetivo. Escolho e escolherei ficaz em paz. O outro que com ele leve a razão, se assim se sente melhor, se isso lhe faz bem. Prefiro a Paz e a Saúde Mental para que a vida flua a meu favor. 

A paz em forma de pôr-do-sol

Escolho a Paz porque de guerra está o mundo cheio. Se não partir de nós, de cada um individualmente, como podemos pensar em ter paz no coletivo? Se o mundo interior de cada um se encontra num caos, como pensamos nós que vai ser possível ter paz no mundo experior, no plural? Estou certa de que se cada um fizer a sua parte e cuidar do seu interior, juntos, será possível termos paz coletivamente. 

A razão é subjetiva e depende sempre de uma perspetiva de colocar as coisas bem como da pessoa que as avalia. E, muitas vezes, os nossos julgamentos constroem-se como base nas nossas experiências de vida, na nossa moralidade, nas nossas convicções. O grau de subjstividade da "Razão" aí acentua-se mais. Se nem sempre as Ciências Exatas têm "Razão", tendo por base as suas teorias e as suas demonstrações matemáticas, como terá apenas um indivíduo por si mesmo?

Acredito que ninguém é dono da Razão. Nem da Verdade Dogmática. Porque dogmas só existem na Filosofia. (E será que existem mesmo?...) . Cada um, dono de si, é dono da sua Verdade, da sua Razão que, por sua vez, pode ser questionada por outro. A Razão, por si só, nua, crua e infundamentada, não existe. Existe mais do que uma razão, mais uma vez, baseada no indivíduo que avalia, de acordo com as suas crenças, valores, moralidade e prespetivas de ver a vida. E a minha forma de avaliar a vida pode ser diferente da tua. E está tudo bem.

Mais uma vez prefiro estar em Paz a ter Razão. Ambas são subjectivas, ambas têm razão à sua maneira. Mas para quê ter Razão se depois vou ficar mal como o outro? Em guerra comigo mesmo(a)? De mal como a vida? De que é que isso vale?

Prefiro a Paz à Razão. A Paz liberta, dá saúde mental, proporciona bem estar consigo mesmo e com os outros. A Paz é livre e independente, sonhadora e consistente. Proporciona tudo aquilo que a Razão nem sempre permite. A Paz deve ser alimentada e crescer a cada dia que passa, para que o bem floresça, primeiro no interior de cada um, depois na comunidade como um todo.

Eu escolho estar em Paz. Sempre. 

quinta-feira, 28 de julho de 2022

A Maior Lição Que a Vida Me Deu....

Ui, já não escrevo neste blogue desde o meu dia de Anos! Tanto tempo, nossa... É verdade, tenho estado bastante ocupada com outras atividades e sim, admito que tenho negligenciado esta tão nobre atividade que é escrever! Portanto hoje volto com a inspiração possível, com a vontade de digitar que me move, no momento da vida em que me encontro.

Encontro, desencontro, reencontro. Encanto, desencanto, "reencanto" (será que existe)? Ilusão, desilusão, "re"ilusão. "Love bombing", Desvalorização, Descarte. Estas últimas destoam na frase mas entoaram na minha vida quando ainda não tinha o nível de consciência que hoje tenho. Felizmente tenho aprendido imenso ao longo deste ano. 

Tenho aprendido a ser por Mim. A Trabalhar por MIM. A Estudar por MIM. A Passear por MIM. A aproveitar os momentos de lazer por MIM. A cuidar-me por MIM. A priorizar-me por MIM. A Trabalhar por MIM, e a fazer tudo e mais alguma coisa por MIM. E se não aprendi esta lição a bem, tive de aprender a mal: a SER por MIM, não pelo outro.

A minha solitude num dos meus locais preferidos
A maior lição que a vida me proporcionou neste último ano foi a SOLITUDE. Diferente da desesperada solidão, a SOLITUDE não aceita qualquer tipo de companhia. A SOLITUDE sabe ser autossuficiente, sabe ser por si. Distante do apego emocional e da consequente dependência emocional da triste "solidão", a SOLITUDE sabe que o maior vazio é sentir-se sozinho junto de alguém. A SOLITUDE basta-se a si mesma e só deixa de ser por si quando encontra uma alma que queira caminhar a seu lado, sem a apagar. A SOLITUDE é sobre valorização e autorrespeito. A SOLITUDE é sobre ser-se sozinho enquanto não aparece alguém que queira caminhar ao lado, sem desrespeitar, sem desvalorizar, sem diminuir.

A SOLITUDE é a minha melhor amiga neste momento. Ensina-me que eu devo ser por mim e sabe que não me devo diminuir para estar ao lado de quem quer que seja. Como um sapato um número abaixo do teu (ou acima): se não te serve, não vale a pena insistir. A SOLITUDE tem-me mostrado que o autocuidado tem de ser contínuo e consistente. É necessário ao bem-estar físico, emocional e psíquico de qualquer indivíduo. A SOLITUDE coloca-me no centro da minha vida e obriga-me a olhar para dentro, para as minhas virtudes e para tantas áreas que em mim preciso de trabalhar. Obriga-me a remexer nos traumas para os curar. Por isso é tão indesejada por taaaaaanta gente!

Às vezes o sofrimento e a dor aparecem porque são necessários. Às vezes não, SEMPRE! São as "red flags" que te desafiam a mudar. O sofrimento é necessário para que a evolução aconteça. Sem dor não há mudança. Quem se quer mudar se, no final de contas, está bem?

Aceito que os desafios que encontrei, encontro e encontrarei por essa vida fora apareceram, aparecem, aparecerão por uma razão. Não há coincidências. As pessoas que encontramos também não aparecem ao acaso; vêm para nos abrir os olhos ou para nos ensinar o AMOR. Encontramo-las, sem dúvida, para que possamos evoluir, já que esse é um processo contínuo, que só deve terminar no dia em que fecharmos eternamente os olhos. 

Sim, acredito que somos as pessoas que conhecemos, os livros que lemos, as viagens que fazemos, a forma como nos alimentamos e as experiência de vida que nos moldam. Somos tudo isto e muito mais. Somos tudo aquilo que nos permitimos viver, sofrer e trabalhar em nós mesmos. Cada um de nós é uma história diferente do outro, por isso haverá mais de sete biliões de histórias e "estórias" diferentes por contar por esse mundo fora e mais além!

E viva a SOLITUDE!

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Cuida da Criança que Existe Dentro de Ti!

1 de junho: Dia Mundial da Criança! Dia de escrever no blogue mesmo que a criatividade não abunde. Tentemos, talvez a escrita flua à medida que vou escrevendo...

Como não poderia deixar de ser, não ia deixar passar a data em branco, até porque este é um dia que merece ser celebrado todos os dias! E porque todos temos uma criança dentro de nós (mesmo que o neguem até à morte, ela está aí!!!), hoje vou falar da criança que reside dentro de cada adulto.

As crianças são anjos enviados por Deus

Sim, todos nós temos uma criança dentro. O adulto já foi criança, mas é com base nas feridas emocionais, nos traumas, nas memórias e nas experiências de vida que constrói a sua própria realidade. É com base na consciência que tem sobre si próprio que o adulto age e interage com os outros. É com base nos padrões familiares que observa na infância que o adulto se vai formando e desenhando o próprio presente. É com base no que nos foi ensinado na infância, com a socialização primária e, mais tarde, através da socialização secundária, que o adulto forma a sua personalidade e cria o seu próprio carácter.

Ora, devemos questionar aquilo que nos é ensinado de forma (quase) inquestionável. Refletir em coisas que nos foram dadas como garantidas mas que não são verdades absolutas. Eu não acredito que existam dogmas; penso que tudo pode (e deve) ser questionável, mais ainda se falamos de educação, de valores, de crenças, de ideais. 

O amor puro e genuíno de um menino :)
Para questionar é preciso ter tempo e disposição psicológica. Desconstruir para voltar a construir é um processo complexo que precisa de uma dose bem avantajada de humildade para aceitar que não se sabe tudo. Que o que nos foi ensinado na infância não corresponde, necessariamente, àquilo que é certo. E o que é certo? O que é errado? Será tudo assim tão linear? - Don't think so. 

Colocar em causa, questionar, desconstruir é um processo demorado e doloroso. Por vezes, o choque de realidade, o despertar para coisas para as quais se estava antes adormecido abala-nos de uma forma avassaladora. Acorda para a VIDA, pá! - A vida ensina-nos com lições duras, às vezes aquelas que pensamos não ser capazes de suportar, mas caímos e reerguemo-nos. "Deus não te dá um fardo superior ao que consegues suportar" - E sabem que mais? Acredito nisto. 

Só quando se eleva a consciência e a frequência vibracional, quando os chakras estão alinhados e a mente aberta para perdoar, aceitar e deixar ir, aí sim, estás pronto para quebrar ciclos. QUEBRAR  CICLOS DE SOFRIMENTO! Isso é essencial para mudar o rumo das nossas vidas, romper com padrões familiares tóxicos e seguir no caminho da cura e da felicidade. 

As maravilhosas crianças da Escolinha Solidária
Crianças feridas em adultos instáveis, tantas há por aí. Máscaras para encobrirem sofrimentos indizíveis são inúmeras, e a dor que reside em adultos com crianças feridas dentro é inimaginável. É preciso resgatar a criança ferida que temos dentro, acolhê-la e afagá-la. É preciso abraçar o sofrimento com carinho para que se cure essa criança que reside dentro do adulto instável. 

São os adultos com crianças feridas dentro que magoam outros adultos. Todos temos traumas e ninguém é perfeito, mas lembrem-se que só quando estamos estabilizados emocionalmente, conhecemo-nos bem e somos felizes poderemos fazer os outros sentirem-se, também eles, felizes!

(a criatividade continua a não abundar, mas deixo-vos com as fotos das luminosas crianças de Moçambique <3)

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Porquê que é tão desafiante olhar para dentro?

Consciência. É sobre Consciência que escrevo hoje, sobre a sua importância e a necessidade que temos de a possuir. Afinal quem somos nós sem Consciência? Seres irracionais que se regem por impulsos reptilianos? Seres acéfalos que (re)agem por instinto para satisfazer só e apenas as suas necessidades básicas?  - Sim, sem Consciência pouco ou quase nada somos. De racional pouco nos resta se não refletimos sobre quem somos, sobre o que estamos cá a fazer e, acima de tudo, se não olharmos para dentro de nós mesmos.

Fonte: Pinterest
Incomoda, claro que sim. Olhar para dentro requer tempo, paciência, equilíbrio, disciplina e uma enorme vontade de evoluir como ser humano racional, emocional e pensante. Olhar para dentro de si mesmo é desconfortável; afinal que prazer dá mexer nos traumas e nos receios, refletir sobre o que nos fez mal no passado e tocar nas feridas emocionais que, muitas vezes desde a infância, se encontram por sarar? Nenhum, daí "olhar para dentro" ser tão repulsivo e causar tanta dor. Mas é uma dor necessária; é preciso tocar nela para a curar.

Ter consciência sobre quem somos, o que andamos a fazer por esta Vida, quais são as nossas forças e as nossas fraquezas - falo quase de uma análise SWOT - Strengths, Weaknesses, Oportunities and Treaths - é essencial para efetivamente melhorarmos a nossa qualidade de vida. Ter um interior limpo, leve e livre eleva a nossa frequência vibracional e, por acréscimo, iremos atrair pessoas e situações que vibrarão na mesma frequência. Convém que seja elevada, para que os impulsos primários não nos toldem os sentidos nem nos levem a fazer decisões precipitadas nem desfavoráveis ao nosso bem-estar. 

É a Consciência, movida pela Intuição e pelo Coração, que nos alerta para situações de perigo, para pessoas tóxicas, para coisas que não nos fazem bem. É a Consciência que nos permite ter noção do bem e do mal, do certo e do errado, do agradável e do desagradável e do código ético e moral através do qual desenvolvemos as nossas ações. É também a Consciência daquilo que queremos para a nossa vida e a Consciência acerca do que merecemos que nos permite estabelecer limites.

Limites! Tão importantes são em qualquer tipo de relação; com os colegas de trabalho, nas relações familiares e de amizade, no amor. É bom que tenhamos esta noção; limites são necessários sempre, tal como é a ética e a moral. Só quando nos conhecemos, podemos conhecer também os nossos limites. Aí distinguimos o que é negociável e o que não é negociável no relacionamento com os outros. Sem o Conhecimento de nós mesmos e sem Consciência não é possível estabelecer limites.

E porque é tão desafiante olhar para dentro de nós mesmos? Porque é mais fácil ver os erros dos outros do que os nossos; no entanto esquecemo-nos de que somos o espelho uns dos outros. Critico no outro aquilo que mais me incomoda em mim. É no outro que vejo os meus defeitos. Muitas vezes é também o outro que põe a descoberto as minhas fragilidades e as minhas feridas emocionais. Daí ser tão desafiante parar, olhar, pensar e refletir sobre o meu interior. Meditar.

Fonte: Pinterest
É fácil apontar um dedo; esquecemo-nos de que um está apontado para o outro, quatro para nós mesmos. Criticar o outro à luz do que pensamos ser correto e sem conhecer a sua história, parece-me injusto. Antes de ter empatia para com o outro preciso de a ter para comigo mesmo(a). Só depois será possível "calçar os sapatos" do outro. E só assim será possível ver com mais clareza, compreensão e imparcialidade o ponto de vista do outro.

As relações humanas são complexas, mais ainda se fugirmos de nós mesmos e não nos permitirmos olhar para dentro. Se não estivermos dispostos a conhecermo-nos, a conhecer as nossas fragilidades e as nossas virtudes, a ter empatia connosco mesmos, nem a trabalhar sobre nós, como poderemos ajudar outros? Compreendê-los? - Não é possível de todo. 

Muitos dos problemas das relações entre as pessoas vêm precisamente da falta de Autoconhecimento e de Consciência. Eu própria estou a fazer o meu precurso. É um processo demorado, contínuo, com altos e baixos, que requer tempo, paciência e muita disponibilidade mental. Nem toda a gente está disposta a "tocar na ferida" nem a curá-la, porque acha que isto é tudo uma treta. 

Ainda bem que não pensamos todos da mesma forma e, porque não pretendo arruinar a minha vida, decido olhar para dentro para que possa autoconhecer-me, ter mais Consciência sobre quem sou e o que quero para a minha Vida, poder elevar a minha vibração e atrair apenas quem e aquilo que me faz bem. Transformar-me, em primeiro lugar.

O nosso corpo é a nossa primeira casa. Cuidemos do nosso interior, com meditação,  tal como cuidamos do nosso físico, com as idas ao ginásio. 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Não Te Acomodes à Infelicidade!

Troca a imprevisiblidade pela constância. Troca a intensidade pelo equilíbrio. Troca a imaturidade pela inteligência emocional. Troca os gritos por silêncios. Troca a maldade por indiferença. Não dês ouvidos a quem não te quer bem, porque aquilo que os outros pensam de ti não te define. Voa alto e para longe da instabilidade e da perturbação. Não permitas que os outros tenham o poder de "abalar" o teu bem-estar.

Conduz a tua vida; sê o/a protagonista da tua história. Nada nem ninguém tem o direito de se posicionar no centro da tua vida nem de definir o teu rumo. És tu que deves assumir as rédeas desta dádiva divina tão preciosa chamada VIDA. A vida é tua. Ninguém tem o direito de a questionar. Age conforme a tua conduta, sê fiel aos teus principios, sê-o de forma ética. Não deves justificações a ninguém e os palpites dos outros aos outros pertencem!

Fonte: Resiliencia Humana

O que os outros pensam sobre ti é responsabilidade deles. Aquilo que os outros dizem não te define. Também não és o que tens; sim o que dás. És o que dás aos outros, és a marca que deixas no mundo. És responsável pelo que pensas, pelo que dizes, pelo que fazes. Não és escravo de suposições nem de opiniões de terceiros. E sim, atinges um elevadíssimo grau de liberdade quando sabes que aquilo que o que os outros dizem sobre ti não te causa qualquer mossa.

Não te acomodes à infelicidade porque a sociedade dita que não te deves divorciar. Não vivas de fachadas só porque é "politicamente" correto, nem te iludas com palavras bonitas de falsas promessas. "O que nasce torto, tarde ou nunca se endireita!" Por isso segue a tua intuição, segue o teu coração se esse for o teu desejo e afasta-te de sofrimentos desnecessários.

Reflete antes de agir; todas as tuas ações têm consequências. Algumas são dramáticas; outras podem magoar muito a pessoa que atingiste. Lembra-te que muitas palavras ferem mais do que socos. Por isso pensa, pensa muito bem antes de as proferires. Se forem magoar, fica calado. Se forem mentir, fica calado. Se forem destruir uma vida, fica calado. Palavras proferidas ou ações realizadas obviamente nunca serão apagadas. Por isso pensa antes de agires!

Rotina, previsibilidade e estabilidade às vezes podem parecer aborrecidas. Mas já aprendi que uma vida regrada e rotineira pode ajudar a preservar a sanidade mental e a aumentar o bem estar. Montanhas russas emocionais não me fazem bem. Comer fast-food todos os dias também não. É por isso que por mais constante e pacífica que a vida possa parecer prefiro a constância à imprevisibilidade. Já não sou adolescente e não sinto que a minha filosofia seja viver "no limite".

Isso não é para mim. Neste momento só quero paz, paz, paz na minha solitude. Quero a amizade, o carinho e o amor de quem me quer por perto porque o resto não interessa.

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Em caso de dúvida, ESCOLHE-TE

Em caso de dúvida, escolhe-te. Escolhe-te porque tu és a tua prioridade. És tu quem cria a tua própria realidade. És tu quem toma as rédeas da tua própria vida. És tu quem desenha o teu futuro. E, se não és, deverias ser. 

Escolhe-te. Acredita que os teus pensamentos têm poder e são eles que criam a tua realidade. Pensa na tua mente como se de um jardim se tratasse: planta flores ou semeia ervas daninhas. A escolha é e será sempre tua. 

Fonte: https://www.pensamentosdefabs.com.br/2019/02/
nao-priorize-quem-nao-te-prioriza-tanto.html
Tornares-te independente de sentimentos e de pessoas é o primeiro passo. Pratica o desapego emocional e sê a tua própria fonte de rendimento. O caminho é por aí. Desapega-te das pessoas e dos sentimentos (por vezes obsessivos e tóxicos) que nutres por elas. Lembra-te: pessoas no mundo há muitas; elas vêm e vão-se. Mas tu tens-te e ter-te-ás sempre a ti próprio e, com a tua companhia, nunca estarás sozinho. É importante gostarmos de outras pessoas, mas mais importante ainda é sabermos valorizar-nos e não aceitarmos menos do que aquilo que merecemos. Valoriza-te e não deixes que ninguém te calque, NUNCA!

Cuida-te como cuidas o teu melhor amigo, pois tu deves ser o centro e a prioridade da tua vida. Tenta, também, não seres financeiramente dependente de ninguem, isto é, do teu núcleo familiar ou do teu companheiro/a. Cria a tua própria independência financeira e, se possível, encontra mais do que uma fonte de rendimento. É importante teres o teu próprio dinheiro e as tuas próprias contas bancárias. Não permitas que ninguém te domine a esse nível, pois para seres independente precisas de ser auto-suficiente. 

Para mim os dois princípios para criares a tua verdade, a tua realidade, são precisamente a independência emocional e a independência financeira. Tive de o aprender da forma mais cruel possível e, com as lições que a vida me tem dado, tenho aprendido abruptamente que o centro da minha vida SOU EU

Não permitas que te manipulem. Não deixes que sobre ti exerçam coação psicológica. Não permitas que te levem a duvidar de ti mesmo/a nem das tuas capacidades. Afinal, antes de aquela pessoa aparecer na tua vida, tu já eras completo/a. Tu já tinhas conquistado várias coisas em diversas dimensões (pessoais e profissionais). Porquê que agora ele/ela te fazem duvidar das tuas próprias capacidades?

Não deixes que o OUTRO passe a ser o foco da tua vida. Não deixes que te domine. Não deixes que te desvalorize. Não deixes que te menospreze. Não permitas que te diminua pois, se tiveres de te diminuir para caber no "mundo" de alguém, certamente estarás a trilhar o caminho errado. Não deixes que o outro faça escolhas por ti e te tente modificar. Se não podes ser tu mesmo/a, deverás repensar o teu percurso. 

Valoriza-te e presta atenção às "red flags" (em português têm esse sentido literal e figurado - as bandeiras vermelhas - os perigos de uma relação, os comportamentos prejudiciais)  que, muitas vezes, cegos/as pelo amor, o hábito e o apego emocional, teimamos em não ver. Acredito que também seja por falta de conhecimento, mas os padrões repetem-se e é preciso estar atento/a para ter consciência dos mesmos e ter o poder de os quebrar. 

Quem te ama valoriza-te. Espera por ti. Aceita as tuas escolhas. Incentiva-te a evoluires como pessoa. Quer que vás mais além e apoia-te. Caminha ao teu lado e faz-te aceditar que és capaz de mais, mais e MAIS. Não re proíbe. Não te restringe. Não te pisa. Valoriza-se e valoriza-te tal como TU MERECES!