sexta-feira, 5 de julho de 2019

28 verões do 1º de julho

Recomeçar... Sempre no início de cada dia. Mas, o passado dia 1, foi diferente. Acordei com 28 anos (meu DEUS, já!?). Mais uma data para celebrar a vida com alegria e com felicidade, de coração cheio, junto dos que mais amo. 

28 anos de juventude e de gratidão. Para mim, o dia de aniversário foi sempre especial. Primeiro porque é o dia 1; dia de recomeçar e de abraçar a vida com forças renovadas. Depois porque é a mudança de mês e de semestre, altura em que revemos os objetivos traçados, em janeiro, para o novo ano e que nos leva a fazer uma necessária introspeção. Por fim, porque começa o VERÃO... Aliás, a minha estação preferida do ano começou no passado dia 21 de junho, mas é o início, sempre o início. 

Nesta altura da vida já fiz algumas coisas, mas não tantas quantas as que queria. Vi planos irem por "água abaixo", promessas não cumpridas destroçaram as minhas expectativas e alguns objetivos traçados não passaram de meras ilusões. Mas, porque "tudo o que não nos mata torna-nos mais fortes" e uma vez que é com os falhanços que crescemos, faço um balanço positivo destes 28 sorridentes anos.

Sorrio porque tenho saúde. Tenho uma família incrível e amigos (poucos mas bons!) do meu lado. Tenho trabalho. Tenho as minhas duas lindas cadelas arraçadas de podengo a darem-me as boas vindas sempre que vou até à terrinha. Tenho a minha casa. Aos poucos, estou a construír a minha independência. E sonhos... ah, desses tenho para dar e vender. Não fosse o nosso amigo António Gedeão reconhecer, na sua "Pedra Filosofal", que "O Sonho Comanda a Vida"!

Perdida... Distraída... Desnorteada. Estou assim muitas vezes e as questões existenciais fazem parte do meu dia-a-dia. Todos os dias procuro o foco e a motivação que vão alavancando a vida. Procuro fazer-me entender e dar sempre um pouco mais de mim. Tento compreender o que nem sempre é assim tão óbvio. Sempre ouvi dizer que "o essencial é invisível aos olhos". 

Tenho perfeita noção de que nem sempre dou tudo, mas não me crucifico por isso. Overthinking. Todos os dias luto para não ser. Ansiedade. Tento combater isso, mas nem sempre consigo. Tento não deixar-me corroer com pensamentos destrutivos e veicular as minhas energias para coisas boas.

E, agora, tenho 28 anos. Ainda posso lutar por ser mais feliz a cada dia que passa. Se ainda tenho idade para usar o Cartão Jovem, tenho motivos suficientes para manter o meu espírito jovial. Preciso de me concentrar em ser melhor a cada dia que passa e, só assim, conseguirei atingir o objetivo final de todo e cada ser humano, a FELICIDADE.

Será o objetivo ou o caminho, essa tal Felicidade?

Sem comentários:

Enviar um comentário