terça-feira, 10 de novembro de 2015

"Sejam realmente bons profissionalmente mas nunca descurem os valores humanos"

Tem 24 anos mas já é notícia por ter sido aprovada com a melhor nota ao nível nacional no exame de estágio da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução. Com 17 valores, a jovem solicitadora admite que, quando pensou em ingressar na universidade, Solicitadoria não foi a primeira opção. Marlene Santos fala sobre as metas já atingidas e os planos que tem para o futuro.

Ana Isabel Mendes (AIM) - Terminado o ensino secundário, concorreu ao superior. Qual foi a sua primeira opção? O que se imaginava a fazer na altura?

Marlene Santos (MS) - Sempre tive uma grande propensão para as nobres causas e, à medida que fui pensando naquilo que realmente gostava de exercer a nível profissional, decidi que teria de ser algo direccionado para essa vertente. Tinha feito voluntariado no Centro de Acolhimento Temporário de Crianças e também no Lar de Idosos Rainha Santa Isabel, da Santa Casa da Misericórdia de Pombal, e ambas as experiências me deram mais certezas de que seriam as áreas de Educação Social ou Serviço Social que pretendia seguir no ensino superior. Nessa sequência, a minha primeira opção foi Educação Social, a segunda Serviço Social e, só depois, Solicitadoria, tendo ficado logo excluídas as duas primeiras, dado que não tive vaga em 2ª fase.

AIM - A área social estava entre as suas opções. Já pensou, de alguma forma, conciliar os dois gostos que tem: a Solicitadoria e a Educação Social?

MS – Posso dizer que não estruturei essa conciliação. Acho, no fundo, que a minha vontade de ajudar o próximo pode ser feita através da minha profissão, como solicitadora, auxiliando os que pouco ou nada compreendem de leis, a ter acesso a elas e a exercerem os seus direitos. No entanto, sempre quis ir para os países subdesenvolvidos fazer voluntariado, nomeadamente dar aulas, e não deixo, de todo, essa hipótese de parte. Contudo, recordo sempre o que uma professora de ciências do nono ano me dizia: “não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar o mundo de alguém” e, por isso, é bom tentarmos fazer essa diferença naqueles que vivem mais próximos de nós ou que nos procuram.

AIM - Quando soube o resultado da candidatura, como lidou com a entrada na licenciatura em Solicitadoria? Foi uma surpresa? Como se sentiu na altura?

MS – Confesso que mal. Chorei muito, bati o pé porque não queria ir para um curso que nem sequer sabia do que tratava. Foi uma noite emocionalmente difícil aquela em que soube os resultados das colocações. Não foi uma surpresa propriamente dita já que sabia que o número de vagas restantes para a 2ª fase das colocações, nas minhas duas primeiras opções, eram muito reduzidas e a minha média de secundário não era nada de especial (14 valores, na área de Ciências e Tecnologias). Fiquei desiludida por não ter conseguido a primeira opção, ou a segunda pelo menos, e culpei-me porque poderia ter feito melhor no ensino secundário.

AIM - Já tinha tido algum contacto prévio com o mundo da Solicitadoria antes de ingressar no curso?

MS - Nenhum. Desconhecia completamente que portas é que esse curso poderia abrir e como estava o mercado de trabalho nessa área. Acabei por confiar no que a minha irmã mais velha me dizia quanto àquela profissão: que traria certamente mais oportunidades do que uma licenciatura na área social, e na verdade ela tinha razão, pois estou orgulhosa da minha opção.

AIM - Obteve a melhor média no exame final do estágio, ao nível nacional, de 17 valores. Como foi recebida a notícia por si e pela sua família?

MS – Todos sabiam que seria aquele o dia em que seriam publicados os resultados e a curiosidade e os nervos eram constantes. Mas eu sabia que passava, apesar de no primeiro dia de exames, um deles não me ter corrido muito bem (eu achava que não me tinha corrido bem e foi no que obtive melhor nota 18,25 valores). A minha primeira preocupação foi ver a nota da minha companheira de estudos e amiga – Leandra Lopes – pois estava preocupada, e fiquei radiante com o facto de ver a palavra “Aprovado” na lista. Depois é que fui verificar o meu resultado e efectivamente fiquei muito contente, mas só me apercebi que era a melhor nota a nível nacional mais tarde. Analisei as grelhas, vi as notas dos meus colegas da ESTG, fiquei triste por alguns que reprovaram, e então foi aí que verifiquei que realmente tinha sido a melhor. Lá em casa ficaram todos muito contentes e orgulhosos, embora cada um expresse à sua maneira. Acho que a expressão que mais ouvi foi “Não é nada que me surpreenda!”. Eles sabem que sou muito exigente comigo, e acaba por não ser uma surpresa. Não sei se isso é bom ou mau.

AIM - Agora quer terminar o mestrado ao mesmo tempo que trabalha num gabinete de Solicitadoria. Onde trabalha actualmente? Quais são os seus planos futuros?

MS – Não trabalho num gabinete de Solicitadoria. Actualmente trabalho no escritório do Dr. Jorge Canelas, advogado em Pombal, há mais de 20 anos, e que teve um papel muito importante na minha obtenção destes resultados, pois desenvolvi algumas capacidades no contacto com a vida prática, e também alguma astúcia e perspicácia na consulta dos vários códigos. O mestrado trazer-me-á o grau que necessito para atingir um dos meus objectivos futuros: leccionar, numa(s) área(s) do Direito. Pretendo também, a longo prazo, estabelecer-me num escritório com alguns amigos de confiança, que serão certamente excelentes parceiros de trabalho, de modo a criar um gabinete de excelência e seriedade.

AIM - Que conselhos quer deixar a aspirantes a solicitadores?

MS – Batalhem pela melhor média na licenciatura em primeiro lugar. Não se resignem a notas baixas, não pensem em ser iguais a tantos outros, ser a “ovelha negra” nem sempre é mau, aliás, neste contexto fui uma ovelha negra com bastante sucesso. Mas nunca deixem de parte os vossos valores e ideais: não compitam com os colegas, mas convosco; mantenham o espírito de entreajuda e de partilha. Sejam realmente bons profissionalmente mas nunca descurem os valores humanos.

AIM - Quais são os principais ingredientes para se atingir o sucesso?

MS – Para mim sucesso não tem que ver somente com inteligência. É muito mais que isso! O principal ingrediente para o sucesso será, na minha opinião, a exigência! Sermos, em primeiro lugar, exigentes connosco. Claro que à exigência estão associadas outras características como a persistência, a dedicação, o esforço, a paixão e a fé.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Filarmónica celebrou 148 primaveras

Os instrumentos aliaram-se à dança e ao canto para abrilhantarem o serão de centenas de pessoas que passaram pelo Teatro-Cine de Pombal, na noite do sábado, 17 de Outubro, para se associarem às comemorações das 148 primaveras da Filarmónica Artística Pombalense. Os sorrisos de satisfação do público e dos músicos revelaram que, no fim, o balanço foi bastante positivo. 



Participação da FAP dança envolveu alunos de Patrícia Valente
Do pop ao rock, passando pelo popular e pelo tradicional. De géneros musicais para todos os gostos se realizou o concerto do 148º aniversário da Filarmónica Artística Pombalense (FAP). Com quase século e meio de existência, a instituição continua a cativar jovens motivados e predispostos a manterem a tradição de uma das instituições mais antigas da cidade. 

A primeira parte do concerto foi dedicada ao trabalho que Patrícia Valente, professora na FAPdança, realizou com os seus alunos. Os alunos da FAP dança, juntamente com a professora Patrícia Valente, fizeram as delícias da primeira parte do concerto. "O ensino da dança, com a recém criada FAP dança, conta com as valência de ballet, dance fusion, sapateado, jazz e hip-hop", mencionou um dos elementos da direcção, Piedade Machado, aquando da apresentação das valências da instituição.

A voz de Cristina Loureiro encantou todos os presentes
"A filarmónica tem participado, actualmente, em concertos, encontros de bandas e festas populares, contribuindo para que se preservem as tradições da instituição junto das massas populares", revelou Piedade Machado, aquando da uma das intervenções daquele serão. Mas não é só de instumentos e de dança que vive a filarmónica: a estas valências junta-se o canto, disciplina leccionada por Cristina Loureiro, directora pedagógica do Conservatório David de Sousa, que (en)cantou na segunda parte do concerto, a par da filarmónica e do maestro e solista  em saxofone soprano César Ramos.  

Actualmente, o ensino de música mantém "a sua Escola de Música, que se dedica ao ensino e ao aprefeiçoamento música, mantém uma parceria com os regimes articulados, livres e supletivos com o Agrupamento de Escolas de Pombal e Gualdim Pais, e o projecto de música no jardim de infância, que leva a música aos mais pequeninos", informou Piedade Machado. 

O sax-soprano de César Ramos fez as delícias do público
Entre as distinções recebidas pela instituição estão a da "Região de Turismo de Leiria - Rota do Sol, com medalha de prata, destinada às colectividades com mais de 100 anos de existência" e a da "Câmara Municipal de Pombal com a medalha de prata da cidade pelos serviços prestados ao ensino, aperfeiçoamento e divulgação da música", afirmou Piedade Machado aquando das intervenções durante o Concerto de Aniversário.

sábado, 7 de novembro de 2015

No dia de S. Martinho, vai um passeio(zinho)?

Dizia ontem o Instituto do Mar e da Atmosfera que hoje as temperaturas iriam atingir um valor superior a 20ºC. Comprova-se, não fosse esta a antevéspera do dia de São Martinho. Comemorada anualmente a 11 de Novembro, esta é uma das celebrações que marca o Outono e a tradição diz que é com “castanhas, pão e vinho” que se assinala a data num magusto.

Mas, afinal, que história é essa?


                                                                  DR
Reza a lenda que, certo dia, um soldado romano chamado Martinho, estava a caminho da sua terra natal. O tempo estava frio e o soldado encontrou um mendigo que tremia por não ter o que vestir, num dia tão gelado quanto aquele. Este pediu-lhe esmola: Martinho rasgou a sua capa em duas e deu uma parte ao mendigo. De repente, o frio parou e o tempo aqueceu. Acredita-se que este acontecimento sucedeu enquanto recompensa por Martinho ter sido bom para o mendigo. O bom tempo prolongou-se por três dias.

A tradição do Dia de São Martinho manda que se assem castanhas e que as acompanhem por um bom vinho, normalmente água-pé ou jeropiga, produzido com a colheita do Verão anterior. Como diz o ditado popular, “no dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho”. Por norma, na véspera do dia 11 de Novembro, o tempo melhora e o sol aparece, tal como sucedeu na lenda. 

De acordo com alguns autores, como José Leite de Vasconcelos e Ernesto Veiga de Oliveira, a realização dos magustos remonta a uma antiga tradição de comemoração do Dia de Todos os Santos, onde se acendiam fogueiras e se assavam castanhas. 

E se o tempo melhora nos dias que antecedem o de São Martinho, porque não fazer algo diferente ou original? Ok, ok. Bem me apetecia ir à praia. Contudo, algumas tarefas domésticas gritam mais alto e a preguiça tende a reinar depois de uma manhã solarenga de trabalho. Portanto, além do tal magusto, porque não dar uma volta até lá fora e cuidar do jardim que, tão bem, embeleza o exterior de casa?

terça-feira, 3 de novembro de 2015

"Vou continuar a viajar para conhecer novas pessoas e novas culturas"

Tem 17 anos, é belga e está a estudar no Agrupamento de Escolas da Guia no âmbito de um programa de intercâmbio. Ophelie De Ryck frequenta o 11º ano do curso de Humanidades desde o início deste ano lectivo e conta que está a gostar da experiência em terras lusas, apesar de tudo ser novidade e de nem tudo ser fácil.

Teve conhecimento do programa de intercâmbio através da "AFS infoday", quando se apercebeu de que poderia ter uma experiência internacional inesquecível. "Ouvi opiniões bastante positivas e a AFS é conhecida por proporcionar óptimas experiências de intercâmbio", contou ao Rodilha. Na altura teve a hipótese de escolher três países: Espanha, Alemanha e Portugal. Acabou por ser seleccionada para o último.
Lembra-se da primeira vez que viu a família de acolhimento: "em Lisboa apanhei o comboio para Pombal e foi aí que vi a minha família de acolhimento pela primeira vez. O primeiro encontro foi muito bom e eu tive um bom pressentimento", recordou com satisfação. Neste momento está a estudar no Agrupamento de Escolas da Guia no curso de Humanidades, no 11º ano, depois de ter deixado temporariamente o país natal, onde estudava no último ano de Linguagens Económicas.
Mas, afinal, quais são os principais propósitos do programa de intercâmbio? "Com o projecto AFS, a intenção é a de ir à escola, estagiar, visitar alguns locais e divertirmo-nos", explicou a estudante belga. Está habituada a viajar e afirmou que "todos os anos no Verão vou de férias com a minha família, e parto à descoberta de novos países". No entanto, esta é a sua primeira vez em Portugal e é também a primeira vez que viaja sozinha. "Está tudo a correr bem, sinto-me acolhida aqui e ainda não tive nenhum problema onde vivo", sublinhou.
Leiria, Pombal, Óbidos e Fátima são algumas das cidades que já visitou, apesar de ter gostado mais da última: "estão lá muitas pessoas, mais do que aquelas que eu  alguma vez vi", acrescentou.

Apesar de a experiência de um mês e de uma semana estar a ser inesquecível,  Ophelie deparou-se com alguma dificuldades: "não conhecia a língua, não conhecia ninguém e foi preciso adaptar-me a uma nova cultura e a uma nova vida", afirmou, acrescentando que o último ponto pode ser também uma vantagem. Quanto às vantagens de uma experiência fora do país, "para mim é mais fácil fazer novos amigos pois muita gente quer conhecer-me por ser a rapariga nova ", continuou.
A viagem de regresso está marcada para o próximo dia 29 de Novembro. No entanto, ainda vai participar, juntamente com outros estudantes do programa, num "campo em Bruxelas", pelo que o regresso a casa a Ghent (Bélgica) será apenas a três de Dezembro. Ophelie sabe que vai voltar no próximo ano, pois está a gostar "da experiência, da gastronomia e das pessoas portuguesas". "Vou voltar para visitar os meus amigos e a minha família de acolhimento", frisou.
Quando foi questionada sobre se o seu futuro iria passar pelas viagens, não hesitou em responder: "eu gostaria de viajar quando fosse mais velha para descobrir outras culturas, outros locais, outras pessoas e gastronomias diversificadas".

domingo, 1 de novembro de 2015

O Inverno e as famosas "Night Runnigs"

Até podia começar o novo mês com um mítico e tradicional texto sobre o Dia-de-Todos-os-Santos. Já me bastou o "Halloween" na escola e os toque ansioso de campainha dos vizinhos mais novos para pedirem o Bolinho. Óptimos argumentos para me afastar da temática. O que vou mesmo fazer é escrever um textinho acerca das vantagens de fazer exercício físico. 

Todos sabemos que o exercício físico faz bem ao corpo e à mente. Ao corpo, porque permite fazer com que nos libertemos daqueles quilinhos indesejados a mais, aumenta a resistência e permite-nos competir com os demais praticantes da nossa modalidade, sem que nos sintamos mal por desistir nos primeiros cinco minutos. 

Por sua vez, faz bem à mente pois, ao praticarmos exercício físico libertamos uma hormona chamada endorfina, uma substância química que, transportada pelo sangue, faz comunicação com outras células e é responsável pelo prazer e pelo bem estar. Sim, parecendo que fazer desporto é sinónimo de sofrimento, não é. Durante e no fim acabamos por nos sentirmo-nos bem e libertar a consciência depois de termos comido aquele croissant de chocolate delicioso ao lanche. Aumenta, portanto, a auto-estima individual.

Já que falámos de algumas vantagens físicas e psicológicas decorrentes da prática desportiva, a questão impõem-se: que exercício praticar no Inverno (leia-se dias deprimentes e chuvosos)? Vou falar acerca da minha experiência do ano passado nos próximos dois parágrafos e da minha experiência actual nos dois seguintes.

Era Outubro de 2014 quando decidi experimentar, pela primeira vez, umas aulinhas no ginásio perto de casa. Por se localizar a uns escassos passos a pé da minha zona de residência e a mensalidade não ser nada de mais, apostei em experimentar algo novo, impelida por uma vizinha. Depois das primeiras aulas de grupo e de alguns exercícios individuais dos primeiros dias, não posso dizer que detestei. Até porque já tinha na cabeça a tal ideia de que "não gostava de ginásios". 

Decidi inscrever-me já em Janeiro deste ano. Fiz contrato e tudo (lá me convenceram de que o contrato seria a solução mais vantajosa). No entanto e passadas dezenas de aulas de cycling (a minha modalidade preferida) desisti. Além de, realmente, comprovar a ideia de que, efectivamente, não gostava mesmo de ginásios, encontrei uma forma mais económica de me sentir bem comigo mesma e em grupo. Foi por isso que aderi às night runnings depois da rescisão de contrato com o ginásio, em Setembro.

Não sei bem em que mês comecei a correr à noite. Mas acho que foi antes de Outubro de 2015. Depois de saber que existia um grupo de pessoas que, durante a noite, corria aqui por perto, decidi ir experimentar. Desta vez não fui aconselhada por ninguém até porque, depois de realizar um trabalho para o Pombal Jornal sobre a Associação da Charneca, abri os meus horizontes para uma forma alternativa de continuar a praticar desporto, pelo menos duas vezes por semana, sem gastar um único cêntimo. 

Comecei nas night runnings, a ver se a não-obrigatoriedade de pagamentos me deixava mais livre para decidir como e quando treinar. Resulta. Tenho ido correr quase todas as terças e quintas e, apesar de não ser federada nem de ter disponibilidade para participar nos Trails de fins-de-semana, acabo por me sentir bem física e psicologicamente. Admito que custa sair de casa nos dias em que está muito frio ou que pinga esporadicamente. Mas, afirmo também, que compensa bastante em termos físicos e emocionais. Libertarmo-nos do stress do quotidiano faz-nos bem. Ponto.

Continuo a correr mas admito que, se chover torrencialmente, não o vou fazer por mero prazer de ficar gripada. Há sempre outras alternativas para ficar em casa (e não é de ver filmes nem de ficar agarrada à TV nem ao Facebook de que estou a falar). As famosas flexões, os rígidos abdominais e o minuto doloroso em "prancha" podem ser algumas das soluções adequadas e dias chuvosos. Nem me atrevo a falar em passadeiras ou em máquinas de ginásio que acabam por ficar a um canto depois dos primeiros dias de utilização, lá na cave ou no sótão. Restrinjo-me a falar do que vale a pena e que, de uma forma económica e eficaz, pode mostrar que não há desculpas para dizer "não" ao exercício físico!