Desde o passado dia 1 de Setembro
a Rua Dr. António José Teixeira (Rua Direita) tem cheiros mais floridos. A
cargo de Cecília Ferreira, a loja quer ser um espaço diferenciador e pretende,
além de manter os clientes fixos, dar resposta às demais solicitações de
arranjos para diversas épocas festivas.
“Fui a primeira florista em Pombal”, revelou a florista que iniciou o negócio das flores, em 1983, com 18 anos de idade e se fixou, durante 15 anos. “Foi uma aventura iniciar-me num negócio acerca do qual não percebia. Foi uma luta muito grande”, recordou. Sobre esses tempos disse que trabalhava por conta própria e que, por não ter concorrência, “o negócio era novidade e tinha muitos clientes”.
Ausentou-se, durante cinco anos, do negócio das flores mas, há cerca de 10 e já com 40 anos de idade decidiu retomar a paixão em que é formada. Foi junto ao Centro de Saúde de Pombal que esteve até se instalar no novo espaço desde o início deste mês. “Senti a necessidade de mudar devido à falta de espaço no estabelecimento onde estava e por este ter um espaço mais central e mais visível”, justificou acerca das razões que a levaram a mudar-se para a rua do Centro Comercial do Cardal.
“Tenho clientes fixos em Pombal há muitos anos, que me seguem para todos os locais para onde vou”, frisou a florista. Admitiu que “cada cliente é um amigo” e que está disposta a receber qualquer pessoa com um sorriso. Baptizados, casamentos, funerais e aniversários são apenas algumas das épocas festivas que a “Cila Flores” quer decorar.
“Penso que os meus anos de experiência e a minha formação num curso profissional me distingue das outras floristas da cidade”, afirmou. Por sua vez, o curso específico em “monográficos de arranjos de noivas e de Natal” acabam por determinar a excelência da florista pombalense.
Todos os arranjos são feitos há mão e por conta própria: “eu não conseguiria viver sem ser florista, faço as coisas com muito carinho e, em cada trabalho que faço, coloco sempre um toque pessoal”, acrescentou, ainda, o facto de se “colocar no lugar do cliente”. Este é o único espaço que tem em Pombal e, embora ainda não tenha empregados, não descura a hipótese de um dia mais tarde os vir a ter, “se a conjuntura económico-financeira o permitir”.
“Fui a primeira florista em Pombal”, revelou a florista que iniciou o negócio das flores, em 1983, com 18 anos de idade e se fixou, durante 15 anos. “Foi uma aventura iniciar-me num negócio acerca do qual não percebia. Foi uma luta muito grande”, recordou. Sobre esses tempos disse que trabalhava por conta própria e que, por não ter concorrência, “o negócio era novidade e tinha muitos clientes”.
Ausentou-se, durante cinco anos, do negócio das flores mas, há cerca de 10 e já com 40 anos de idade decidiu retomar a paixão em que é formada. Foi junto ao Centro de Saúde de Pombal que esteve até se instalar no novo espaço desde o início deste mês. “Senti a necessidade de mudar devido à falta de espaço no estabelecimento onde estava e por este ter um espaço mais central e mais visível”, justificou acerca das razões que a levaram a mudar-se para a rua do Centro Comercial do Cardal.
“Tenho clientes fixos em Pombal há muitos anos, que me seguem para todos os locais para onde vou”, frisou a florista. Admitiu que “cada cliente é um amigo” e que está disposta a receber qualquer pessoa com um sorriso. Baptizados, casamentos, funerais e aniversários são apenas algumas das épocas festivas que a “Cila Flores” quer decorar.
“Penso que os meus anos de experiência e a minha formação num curso profissional me distingue das outras floristas da cidade”, afirmou. Por sua vez, o curso específico em “monográficos de arranjos de noivas e de Natal” acabam por determinar a excelência da florista pombalense.
Todos os arranjos são feitos há mão e por conta própria: “eu não conseguiria viver sem ser florista, faço as coisas com muito carinho e, em cada trabalho que faço, coloco sempre um toque pessoal”, acrescentou, ainda, o facto de se “colocar no lugar do cliente”. Este é o único espaço que tem em Pombal e, embora ainda não tenha empregados, não descura a hipótese de um dia mais tarde os vir a ter, “se a conjuntura económico-financeira o permitir”.
De segunda a sexta entre as 09h e
as 13h e entre as 14h e as 19h e aos sábados entre as 9h e as 13h, todos estão
convidados a visitar um espaço acolhedor que tem, no seu interior, uma oferta
multifacetada de cheiros.
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