O Banco de Voluntariado “Dar as Mãos” assinalou o dia Internacional do Voluntariado, que foi celebrado no passado dia 05 de Dezembro. No evento, que decorreu na sexta-feira, 27 de Novembro, no mini-auditório do Teatro-Cine de Pombal, esteve presente o Presidente da Associação “Comunidade Vida e Paz”, Henrique Joaquim. A partilha de experiências de voluntários pombalenses mereceu a atenção do público.
“Potenciar o desenvolvimento da sociedade civil, melhorar serviços de voluntariado e promover acções de formação” foram alguns dos objectivos com que foi assinado o protocolo para iniciar o banco de voluntariado “Dar as Mãos”, em Pombal, em Fevereiro de 2012. O psicólogo Paulo Marques é o responsável por este projecto da APEPI.
Para falar sobre o voluntariado, Henrique Joaquim, o Presidente da Associação “Comunidade Vida e Paz”, que presta apoio aos sem-abrigo em Lisboa começou por questionar o papel do voluntário. Falou, ainda, no facto de o voluntário ter sempre um interesse associado à sua acção, sendo que “o ser humano age pelo que ganha mais e perde menos”.
Com 27 anos de idade, a Comunidade Vida e Paz mobiliza, neste momento, 550 voluntários e 120 colaboradores remunerados. “O voluntariado é o cimento que nos une como humanidade”, frisou Henrique Joaquim, Por sua vez, frisou ainda a importância de “educar consciências para que a indiferença diminua”.
A responsável pela área de negócio de recursos humanos do Grupo CH, Carolina Leite, levou a debate o conceito de “voluntariado corporativo” cujo objectivo é “reflectir e promover a responsabilidade social”. Este tipo de voluntariado é exercido durante as horas de trabalho, implica gratuitidade e responsabilidade e consiste num “conjunto de iniciativas realizadas por empresas no âmbito de responsabilidade social, tendo em conta as competências dos funcionários em prol do bem-estar geral”, explicou.
No fim, o voluntário pombalense Abílio Sintra e o médico Válter Santos partilharam as suas experiências enquanto voluntários, o último na Delegação Centro da Associação Alzheimer Portugal e o primeiro como o braço direito de pessoas idosas acamadas.
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